Não é que tenhas escolhido sair da minha vida - não sabes o que queres, apesar de o quereres e usufruir há uns anos. Volta e meia, acabava bloqueado no Messenger por onde me contactavas. Bloqueei o teu perfil. Mesmo no Instagram, resolvi dar-te o bloqueio final ao (...)
Às três e meia da manhã, lembrei-me de uma velha música electrónica e decidi ouvi-la.
Olha para trás e apercebo-me do tempo que passou, velhos rostos e alguns momentos mais marcantes - evito a negatividade. E sinto saudades.
Às três e meia da manhã, despertei uma (...)
Às vezes, é no silêncio da alma que melhor nos encontramos.
Se nada tenho a dizer, é o silêncio que me fica. Por vezes, acompanho o silêncio com o afastamento e está tudo bem.
Estou a encontrar-me.
15.03.24 | Bruno |
Quando bate a vontade de escreve, mas não há um texto definido.
Quando bate a ânsia de depositar nadas. Em papel. Ou no ecrã de alguém.
Quando o anseio de escrever ou escrevinhar é grande. E, dentro de nós, algo se rasga nas palavras sem sentido.
É nessas horas (...)
08.03.24 | Bruno |
Às vezes, tento escrever certos textos que, no fim, acabam por soar a futilidade ou estupidez. E apago. Recomeço para dar-lhe o mesmo destino.
Queria escrever sobre manter-me leal à Google, devido a usar o seu sistema operativo no telemóvel, mas acho que ninguém quer (...)
Li, há uns tempos, que uma das formas de lidar com a ansiedade, seria escrever. Não importava o quê, simplesmente escrever. Contudo, escrever pode tornar-se uma fonte de ansiedade.
São muitas as vezes em que começo a escrever e acabo por apagar: o texto não soa como (...)
01.03.24 | Bruno |
Recentemente, um amigo ligou-me para irmos ao café e convidar-me para um jantar do seu aniversário. Entre conversa, diz-me que a irmã de uma conhecida faleceu, aparente suicídio. Poucos dias mais tarde, um rapaz que conhecia de vista, amigo de amigos e conhecidos, (...)
No ano passado, ou seja em 2023, foi um ano que considerei de vitoria para a minha mãe.
A minha mãe tem 60 anos. Apesar disso, não tinha evoluído com a tecnologia como muitas pessoas da sua idade. Num telemóvel, sabia fazer chamadas e enviar mensagens, divertia-se (...)
Quando acaba um ano e outro começa, não sou o género de pessoa que faça uma retrospectiva do que fica para trás, nem planos para o que possa vir. Mostram-me as memórias do Facebook, que já o fiz, bem como organizar ou afirmar ideias, tanto na passagem de ano, quanto (...)