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As Crónicas da Vítima

As Crónicas da Vítima

no café

10.12.13 | Bruno
Num café onde somos habituais, encontramos sempre alguém que nos conhece ou de quem gostamos muito. É bom isso. A alguns, podemos até chamar de família. Por isso, alguns planos que tenhamos, podem ser postos de parte por um tempo.
Para a nossa veia criativa, pode ser incómodo. Deixei de escrever e desenhar em público. Há sempre algo para se ver ou para se viver. Há sempre conversas a ter.
Quando escrevo, estou em casa. Paredes que me são familiares. Carregam o peso de tantos anos ali vividos.
É fim de tarde. Fim do meu texto.
Não faz sentido - talvez faça o sentido todo!