Quando acaba um ano e outro começa, não sou o género de pessoa que faça uma retrospectiva do que fica para trás, nem planos para o que possa vir. Mostram-me as memórias do Facebook, que já o fiz, bem como organizar ou afirmar ideias, tanto na passagem de ano, quanto (...)
Às vezes, é preciso afastarmo-nos, oferecer distância e retirar algumas coisas e pessoas das nossas vidas. Às vezes, essas pessoas e essas mesmas coisas retiram-se por si. Podemos ir atrás ou escolher oferecer a distância e a ausência que quiseram.
No último ano, (...)
Talvez tenhas percebido nestes últimos dias em que os nossos caminhos se têm cruzado. Talvez não. Apesar de tudo, não somos assim tão diferentes. A diferença é que, enquanto ainda cruzas essas ruas com essas companhias, eu já as larguei há bastante tempo.
O mal (...)
Entre um café e outro, uma situação. Uma cara. Palavras que imaginei, que revisitei na minha cabeça e que pretendia escrever. Entretanto, passaram-se algumas horas e as palavras desvaneceram-se. Não faz mal, há sempre novas palavras a ser escritas, mas o pior é (...)
Deixei o desafio das 52 Semanas de 2022 desta semana em aberto, porque há muito que não pensava naquela questão. Como escrevi, nem sei se alguém vez me coloquei numa situação em que tivesse que pensar numa resposta para uma questão parecida.
Nestes últimos tempos (...)
"Presente" tradução que fiz da tradução em Inglês de um poema de Forugh Farrokhzad Eu falo das profundezas da noite da profundeza das trevas e das profundezas da noite eu falo. Se vieres a minha casa, amigo, traz-me uma lâmpada e uma janela através das quais (...)
"You ever said "fuck him" and ended up fucking him again? yeah me too"
Há pouco tempo, escrevi sobre o corte de relações com algumas pessoas. Pessoas que não sabem o que querem da vida e dos outros, que acabam por bloquear e desbloquear os outros. Resolvi "arrumar o (...)
Escrevo para sossegar a alma, mas a inquietude, muitas vezes, não me deixa escrever. Tenho que criar uma certa disciplina de me sentar e escrever, mesmo quando sentir que não tenho nada a dizer. Não é obrigatório publicar: felizmente, a pasta de rascunhos existe e se, (...)
Não só se o escritor se apaixonar por ti, mas se o escritor te desejar. Por uns instantes. Por umas horas. Por uns dias. Se o escritor te odiar, se falhares com o escritor, se despoletares a raiva, serás eterno. Se o marcares, viverás para sempre pela pena daquele que (...)
Poderia escrever-te. Escrever sobre ti e sobre o teu olhar, sobre o teu corpo, que tenho vindo a conhecer de cor.
Poderia escrever sobre o facto de ter decidido pôr um ponto final nesta história sem história. Bem como o ponto final colocado sobre outros amantes.
Poder (...)